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#mimimimimimimimi

 

É incrível como certas músicas ornam com o momento que vc tá passando.

De repente, me lembrei de uma música do Radiohead, I Can’t (numa época em que o grunge tava bombando, Alanis era toda admirada nos underground, e ngm dava um centavo ou confiança pro Radiohead).

Fui atrás da música. E choquei com o nível emo da letra.

Basicamente, é aquela coisa de um frustrado que não conseguiu muito na vida, fez muita besteira e que não consegue viver sem aquela pessoa amada. Indiretamente, tô passando por isso.

Eis a letra (e a tradução, aqui):

 

Please forget the words that I just blurted out.
It wasn't me, it was my strange and creeping doubt.
It keeps rattling my cage, and there's nothing in this world will keep it down.
Even though I might, even though I try,
I can't
Even though I might, even though I try,
I can't.
So many things that keep, that keep me underground.
So many words that I, that I can never find.
If you give up on me now, I'll be gutted like I've never been before.
Even though I might, even though I try,
I can't
Even though I might, even though I try,
I can't.
If you give up on me now, I'll be gutted like I've never been before.
Even though I might, even though I try,
I can't
Even though I might, even though I try,
I can't.
Even though I might, even though I try,
I can't
Even though I might, even though I try,
I can't.

 

Diz aí: Thom Yorke curtia um corte nos pulsos, né? =P

 

100+


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GLAMBERT + DETAILS.

Vi lá na Todo Mundo É Alguém que o Adam Lambert, o vice-campeão do American Idol deste ano, é capa de uma revista chamada Details.

Dá uma olhada no link nas fotos do ensaio. Tão assim, um primor.

E a capa?

[gallery_enlarged-adam-lambert-details-kissing-girl-photos-10192009-03.jpg]

Quem olha até acha que é hétero. hihi.

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HADOUKEN NA CARA DA SOCIEDADE!

Pq ver Joelma cantando inglês no Tudo é Possível é PRICELESS. (L)

Tá, não é o video de hoje. Mas vendo acima dá pra ter uma ideia do que foi.

I S2 U, JOJÓ.

Q_

(agradecimentos ao @gui_almeida pelo video demonstrativo.)


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Get Down. Make Love.

Tava eu, de bobeira, arrumando minhas músicas (sobretudo as discografias de NIN, Queen, Kraftwerk e Broken Social Scene), quando me deparo com uma coisinha interessante.

Tem uma música do Nine Inch Nails chamada Get Down, Make Love (do single Sin, de 1989). Eu, todo curioso, fui até procurar saber e tal. Quando me vem cair a ficha de uma observação. Quem cantava originalmente era o Queen época-Freddie-Mercury. Como tenho ouvido muito a banda (vide last.fm), percebi e fiquei surpreso.

Além de que, tem todo um contexto na minha vida. Sobretudo essa intro, provavelmente tirada na música do NIN:

-How old were you when you first let a man make love to you? Next,
who was he? Next, how did you feel at the time? Next, how did you
feel afterward? What did you feel, what did you think, were you
pleased, frightened, ecstatic, disgusted? What did he say, what
words did you speak, that's what I want to know, now, tell me, now,
now, all of it, now, yes! yes!

A letra:

Get down, make love
Get down, make love
Get down, make love
Get down, make love
You take my body
I give you heat
You say you hungry
I give you meat
I suck your mind
You blow my head

Make love - (make love)
Inside your bed - everybody get down, make love
Get down, make love
Get down, make love
Get down, make love

Everytime I get hot
You wanna cool down
Everytime I get high
You say you wanna come down
You say it's enough
In fact it's too much
Everytime I get a - get down, get down
Get down, make love


Oh, sss, hah

I can squeeze - you can shake me (get down, make love)
I can feel - when you break me (get down, make love)
Come on so heavy - when you take me (get down, make love)
You can make love, you can make love, you can make love, you can make love
(Get down, make love)
You can make everybody get down, make love
Get down, make love

Everytime I get high
You wanna come down
Everytime I get hot
You say you wanna cool down
You say it's enough
In fact it's too much
Everytime I wanna, get down
Get down, get down

Aah, ooh, make love, make love, make love, make love, make love
Aah, oh

Get down, make love
Get down, make love
Get down, make love
Get down, make love

Everytime I get hot
You wanna cool down
Everytime I get high
You say you wanna come down
You say it's enough
In fact it's just too much
Everytime I wanna, get down
Get down, get down, make love

Os vídeos:





Ah, e quanto ao Queen? Tu encontra a música nos álbuns Magic e Live Magic. =)

Bom resto de semana a vcs. =*

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V V Brown: será ela uma nova Amy Winehouse?

Nada como falar de... Música, não? Então vamos ao...

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iFODMulequemusic: a coluna musical deste blog. \o/

O post de hoje será sobre uma cantora que, esta semana, teve seu trabalho vazado na rede. O nome dela é a VV Brown. Todo mundo já comentou o álbum dela, e ouvi algumas canções aleatoriamente. A primeira coisa que percebi é o tom forte e vibrante de voz dela. É gostosa de se ouvir, cativa.

Outra coisa que percebi: as músicas têm uma pegada retrô, no mesmo estilo da Amy Winehouse. Aliás... É como se fosse uma Amy mais retro-eletro-futurista, vamos dizer assim. Mas daí começam as especulações (feitas por mim): será mesmo que ela será uma nova Amy Winehouse? Uma nova diva com voz forte e que poderá cativar milhares e milhares de fãs? Até pq ela conquistou o seu espaço na Billboard, e as resenhas pela Internet afora são bem positivas. Eu ouvi e... Recomendo. Uma bela surpresa pro ano de 2009. Saca só a capa do disco de estreia, Travelling Like The Light:

VV

linda e absoluta = quase uma Stefhany.

E ainda este mês eu faço um post sobre os lançamentos de 2009.

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Analyzer: The Resistance – Muse (2009)

 

E FINALMENTE, estreia neste blog, uma coluna digna de ser assemelhada ao #musicmonday: o…

 

iFodemulequemusic

iFODmulequemusic zoz

Pra dar início à minha coluna, nada como fazer o devido comentário do novo álbum do Muse, The Resistance. Quem segue os caras no twitter (@musewire), sabe como vai ser a tracklist. O que surpreendeu, no entanto, é como vai ser estruturado. Do fórum do site Muse Brasil:

 

Rumor: "De começo, há ênfase no ritmo e também em R&B contemporâneo. Logo depois, fica épico e estranho, e depois vira música clássica contemporânea. Não há convidados, a não ser que você inclua o solo de clarinete e músicos que tocam ópera na La Scala." Matt Bellamy.

Aí vc já se choca: COMO ASSIM R&B? Como assim Timbaland? Tudo bem, Volta (Bjork) teve esse estilo e foi eleito um dos melhores de 2007. Mas é uma aposta MUITO arriscada. O que torna o trabalho ser mais interessante de se ouvir… Ou não. Que o diga Chinese Democracy, do Guns and Roses, que não souberam dosar o metal industrial e eletrônica, fazendo um álbum diferente e até promissor soar datado e cansativo.


O planeta Terra está desmoronando, mas não se preocupe.
O trio de Devon-Lombardia, Muse, está destinado a resgatar as fontes globais de rock com um novo álbum repleto de geopolítica, hooliganismo futebolístico e R&B do século 21.

 

-Q

 

(…)"Há uma faixa chamada 'Uprising', que é como uma música de rock pesado em algo do Goldfrapp*. Tem coro de futebol, com todos nós cantando 'oi' junto com o som da caixa de bateria. Era para ser estilo coro de hooligans em protesto às situações dos bancários. (ele ri) Há também uma música chamada 'United States of Eurasia', que é inspirada em um livro chamado 'The Grand Chessboard', de Zbigniew Brzezinski. Brzezinski tem a concepção de que a Eurásia (Europa, Ásia e o Oriente Médio) deve ser controlada pelos EUA para garantir o fornecimento de petróleo. Ele fala bem significativamente de como o mundo pode ser visto como um tabuleiro de xadrez. Isso tudo, junto com a óbvia referência orwelliana sobre o estado da Eurásia de 1984, inspirou-me nessa letra."

Aí vc se choca novamente. O que, Goldfrapp? What that [piii] is that? Não que o duo britânico seja ruim, mas… Muse com pitadas de Goldfrapp (será que o Matt vai usar aqueles modelos cara-de-rica, semelhante ao Goldfrapp? RS) Somada às outras referências das letras das novas canções, o disco aposta em uma certa complexidade e variedade de sons. Mais uma outra aposta arriscada de se tornar um álbum bem interessante. Ou extremamente incômodo, sem haver uma certa coesão na tracklist. Mas veremos.


(…)"Há algumas faixas", diz Bellamy, "que são realmente influenciadas por R&B contemporâneo, particularmente Timbaland – batitas fortes, sincopação, muito melódico, vocais rítmicos. Dom (Howard, baterista do Muse) fez toda a programação da bateria. Undisclosed Desires é assim. É a primeira música que fizemos em que não toco piano ou guitarra. No final, o álbum é quase em estilo clássico puro. Não é um tipo de orquestração que você normalmente esperaria de uma banda de rock, e nós fizemos todos os arranjos. Nós acabamos de chegar de Milão, estávamos gravando a parte orquestral com aproximadamente 40 músicos – ótimos músicos e realmente abertos à experimentação."

Primeira música sem piano e guitarra? Orquestração? Esperemos que o álbum seja o grande sucesso de 2009, já que tem elementos bem interessantes pra se fazer um grande álbum. MAAAAAAS… Tanta megalomania, já mostra a História, pode haver uma grande crise. No caso, no próprio Muse, uma banda jovem que praticamente é uma das grandes bandas desta década.


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Exercício da viadagem (sic) suprema.

Esta semana, o público gay se viu alvoroçado com o lançamento de dois clipes. O da GaGa (aquela que faz Poker Face com classe e maestria) e o das Pussycat Dolls (Jai Ho \o).

Vamos por partes.

1) As Pussycat Dolls sempre fazem clipes nada assim, extraordinários (abramos exceção a Buttons e Jai Ho, vai). Mas o clipe de Hush Hush (I Will Survive), uma versão da original da terceira (provavelmente) edição de Doll Domination, simplesmente se superou. Nicole Scherzinger com o cabelão afro, pista de dança, globo de vidro... Enfim, um exercício explícito de gayzice (sic). A original já pegou aquele sample do clássico da Donna Summer. E a versão remixada solta (MUITO) mais purpurina que muito clipe de Madonna, Britney, GaGa e etc. Lá vai!



2) E a Lady GaGa lançou ontem o novo single, Paparazzi. Antes já tinha vazado, e ela ficou puta no twitter, dizendo pro povo parar com isso. MAS EM QUE MUNDO ELA VIVE? Ela tem 22 anos, baixa mùsica e vídeo de grátis na Internet e age desse jeito? Tenho saúde pra essas coisas não. E o Perez, um babaovo da moça, fez um estradarlhaço ao divulgar, em primeira mão, o clipe. Se bem que... #FAIL.

E quanto ao clipe? É em forma de estorinha, com uma fotografia impecável, figurinos escandalosamente interessantes, aquela coisa de causar bem típica da GaGa... Mas não achei o-clipe-mais-foda-do-ano. Mas é muito bem feito e bem trabalhado, isso é fato.

No mais... Sem delongas, e clica aqui pra assistir.

Curtam esses dois clipes. E sejëm menos héteros. XD

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Placebo e o sistema do Fan Playback.



Acordado com a Rolling Stone, a banda européia Placebo (S2) decidiu liberar a audição do álbum Battle For The Sun a partir de hoje (dia 29/05, às 12:PM, horário de Brasília), prolongando até o dia 01/06, às 3 da manhã.


Ahan, e comofas/ (traduzido livremente do e-mail recebido, com a newsletter do servicinho)

- faça o login do playback 5 vezes, do dia 29/05 (12:00) até o dia 01/06 (03?00).
- cada login te dá o direito de ouvir o álbum inteiro, do começo ao fim.
- uma vez que a faixa terminar, clique no botão pra ir pra próxima faixa.
- tu não pode pausar ou voltar a faixa atrás do álbum - tenha certeza se vc pode apreciar o álbum por completo!
- Se vc deixar a sessão de escuta/audição inativa por mais de 15 minutos, vc irá fazer o logoff e perderá a chance das cinco das quais tu tem direito.



E enquanto eu tava no ônibus, tive umas ideias sobre tal fato. Queria fazer um post chamado:



múltipla escolha. \o/


Vamos lá aos devidos comentários que devo fazer pra encerrar este post.

a)

Olha, acho isso uma puta falta de respeito, eles não respeitam o bandswitch/bandalarga do povo brasileiro, que é uma merda. A gente não é Europa, e pq não fizeram algo inovador como Radiohead e Nine Inch Nails? Isso ATÉ o Muse faz. HUNF Mas olha eu acho que

b)

ERHM... Qdo vazou mesmo o álbum do Placebo? XD clique AQUI pra baixar, seu porra. Agradecimentos ao @Johnny_Yen.

c)

PORRA de Placebo, aqueles emos que se fodam! Quero ir é pra EVA NAVE, e pegar muita nêga. \o/ RS KKKKKKKKKKKKK

d)

Quem for seguir esse procedimento e NÃO baixar no torrent? Cadê a galeraaaaaaah?



bolas de feno passando


EM TEMPO: O disco é bom, e os arranjos tão bem legais. Mas não o considero o melhor do ano. Mas isso é primeira audição, posso me enganar depois.

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Onanismo e música.

Hoje à noite, depois de um dia puxado, me sentei aqui e fui fazer minhas coisas. Trabalhos, responder e-mails, etc.

Só que, de repente, vi um vídeo postado no twitter pelo @DiCarvalho, que é interessantíssimo.

Trata-se do clipe de uma música chamada Rubi, dos Babasónicos, uma banda argentina.

O que difere este clipe dos demais é que mostra algo que nós conhecemos entre quatro paredes (ou não): o onanismo. a masturbação. a punheta ou siriricagem (sic).

E é isso que acho sexy, bonito. Mostrar a pessoa sentindo prazer por ela própria, despretensiosamente, de uma forma natural, mas... Provocante. E começam a borbulhar pensamentos voluptuosos na cabeça.

Ao mesmo tempo que: quem nunca fez um ato sexual (seja se masturbando, seja transando) ouvindo música? Mas é AQUELA coisa: tem que ter um ritmo sensual, letras provocantes, é todo aquele protocolo que vc conhece.

Enfim, não queria escrever muito. Só o vídeo já é suficiente.





Ah, e tem a versão feminina, pra quem gosta de meninas. =P





Ah, e um adendo. Os clipes são antiguinhos. De 2008, presumo.

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Sobre preferências musicais.

Posted by Unknown on 20:59 in , , , , , , ,
Enquanto eu tava aqui baixando AIR e passeando pelos Last.fm do povo, fico olhando e só dava baixo, baixo, baixo, muito baixo. O que deu algo como alto foi um affair (ou ex-amigo, ou colega, whatever do meu cu) que eu admirava. E era louco por ele. Eu queria ser ele.

Vou contar uma estória rápida: o vi no Fotolog. Gostei. Ficava comentando as ftos. O adicionei no orkut. Começamos a trocar dados. Rolou reciprocidade. Dae fiquei fã do Coldplay. Ele tbm era. Trocamos mais dados. Comecei a pisar na bola algumas vezes. Me tornei paranóico. Todo dia, um scrap. Ele tolerava. Me excluiu da lista. Eu querendo saber o pq. Ouvi e fiquei desconcertado. Tudo bem. Comentei no fotolog novo dele. Ele tolerava. Ele num guentou e disse que num queria me ver mais. Pirei. Pirei mais. Me arrependi. Pedi desculpa. Me tornei o nº 231 da comunidade Achei Cafona. Ainda o vejo. Mas com menos paranóia que antes. e não tenho vida social decente fora do PC.

Não tenho o pq, mas apenas pelo fato dele ouvir certos tipos de música meio que me motivou a gostar tbm. O Radiohead é exceção, pq descobri via revista e fiquei interessado. Mas... Muse? Por causa DELE! Franz Ferdinand? Indiretamente. Strokes? Era modinha em 2001, hauehauehauehuae. Mas enfim, mta coisa que ele ouve eu curto. Dae o alto.

Mas dia desses era SUPER! SUPER! Mas dus meses pra cá ele deve ter começado a ouvir coisas mais underground/indie, e eu comecei a mergulhar em Silverchair e outras coisas descoladas/modinha. =P Mas o foco não é ele. O foco sou eu. E me pergunto: pq a gente muda tanto? AS PESSOAS NORMAIS, não as que estacionaram no tempo e ficaram lá.



Comecem a ter vergonha alheia, mas eu gostava MTO de axé; fazia coreografias da Daniela Mercury, dançava ao som do É o Tchan, me emocionava com Banda Eva com Ivetão... E eu detestava qdo vinham aquelas músicas em Inglês. Em 1997 eu era assim. Bote OK Computer que CERTEZA que detestaria. =P

Mas em 2001, com o advento da MTV + amigos do rock + modinha, comecei a gostar dos Strokes. AMAVA o Julian, o estilo, a forma de fazer rock. Eu dizia pra uma rodinha de amigos pagodêros: ADORO STROKES! E a galera fazia: -q Me sentia o indie mais indie do colégio (e isso me dava um ar de superior, o que era bom, já que eu era o excluído e marginalizado do colégio). Lá pra 2003, 2004, comecei a ouvir Coldplay. Comecei a gostar pra caramba, as melodias, e piriri, parara. Qdo ouço The Scientist, me lembra do meu colega fotologger supracitado. (tenho até fto dele com a letra na mão e tudo, MAS NÃO VOU POSTAR.) Qdo lançou X&Y (além de eu ter descoberto bandas como Franz Ferdinand, The Killers e etc.) entrei em transe e falei a mim mesmo: é agora, Igor. Ou vc se torna o que vc quer ou vc fica igual aos seus amiguinhos. Sempre fui diferente dos outros, logo era excluído. O que eu tinha a perder?

De 2001 pra cá, há umas coisinhas em paralelo que ouvi e curti. Conheci David Bowie, p. ex., qdo eu ouvi Little Wonder. CARALHO, LITTLE WONDER! Adorava o clipe, era surreal, o beat era bom e eu me viciava (depois eu, mais crescidinho, baixei Earthling [1997], que tinha a música. Mta gente torce o nariz, mas é o trabalho do Bowie que mais gostei, se bem que é enjoadinho.). Havia a Gwen Stefani, tbm... Nem era tão indie, mas o estilo dela me fascinava. Dae vem outras coisas, que num me lembro agora.

Mas enfim. Graças à exclusão dos coleguinhas por este que vos fala que é tão diferente, me embarquei nessa de gostos esquisitos. Ou não. Por acaso, Arcade Fire É ESQUISITO? Não acho. Pode ser triste e sombrio, mas esquisito... Arctic Monkeys e Keane são audíveis e gosto, passemos. E Sigur Rós, minha gente?! Ao mesmo tempo, gosto do Silverchair pós-Neon Ballroom, me amarro no Foo Fighters, Muse me deixa extasiado (se bem que ando meio enjoado em ouvir), Bjork é legal. E estranha, tbm. Led Zepellin e Queen comecei a gostar mais por causa de um colega da faculdade, que é BEM loucão, mas mto inteligente.

Se me arrependo? CLARO que não. Sou jovem, tenho de ter espírito jovem, de aprender e buscar coisas novas. E não ficar apenas mais do mesmo.
[sim, e o grande desafio é botar isso na prática do dia-a-dia. =P]

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