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#mimimimimimimimi

 

É incrível como certas músicas ornam com o momento que vc tá passando.

De repente, me lembrei de uma música do Radiohead, I Can’t (numa época em que o grunge tava bombando, Alanis era toda admirada nos underground, e ngm dava um centavo ou confiança pro Radiohead).

Fui atrás da música. E choquei com o nível emo da letra.

Basicamente, é aquela coisa de um frustrado que não conseguiu muito na vida, fez muita besteira e que não consegue viver sem aquela pessoa amada. Indiretamente, tô passando por isso.

Eis a letra (e a tradução, aqui):

 

Please forget the words that I just blurted out.
It wasn't me, it was my strange and creeping doubt.
It keeps rattling my cage, and there's nothing in this world will keep it down.
Even though I might, even though I try,
I can't
Even though I might, even though I try,
I can't.
So many things that keep, that keep me underground.
So many words that I, that I can never find.
If you give up on me now, I'll be gutted like I've never been before.
Even though I might, even though I try,
I can't
Even though I might, even though I try,
I can't.
If you give up on me now, I'll be gutted like I've never been before.
Even though I might, even though I try,
I can't
Even though I might, even though I try,
I can't.
Even though I might, even though I try,
I can't
Even though I might, even though I try,
I can't.

 

Diz aí: Thom Yorke curtia um corte nos pulsos, né? =P

 

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Marvin. Mais que um robô. Um estilo de vida.


Eu estou muito deprimido.

Quem leu O Guia do Mochileiro das Galáxias (ou viu o filme) se identificou com esse robô totalmente insuportável, sarcástico, irônico, e etc. Mas comigo ocorreu uma paixão gratuita. Sabe aquela coisa de identificação, semelhança e etc.? Foi o que aconteceu com o Marvin.

O Douglas Adams (R.I.P.) não deu muita atenção ao personagem no primeiro livro. O que é uma pena, já que se pode fazer muita coisa com ele. Reza a lenda que o Andróide Paranóide (tradução PORCA da sextante) serviu de inspiração pra uma obra-prima do Radiohead, Paranoid Android. No mais, não importa. O que digo é que vai no capítulo 19 do Guia, que vc vai se apaixonar por esse resmungão.

Marvin <3

Aliás, já indico que vcs leiam O Guia do Mochileiro das Galáxias. Li em três dias. \o/


a série, em cinco livros.

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Pergunta do dia (de ontem).

O que faz uma pessoa que troca ESSA BANDA



Por ELA?



NEM Ivete Sangalo ela é!

Fim do post.

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Thom Yorke em momento de pura sedução.

Havia uma vez que eu havia falado a um certo conhecido: THOM YORKE É PELUDO. Um Chewbacca.

E pra vc ver que procede tal informação, veja esta foto, em que ele fazia cooper no Rio:


Observações:

1) Praticamente um CHEWBACCA ALBINO. Vide copito_

2) JURE que ele tinha essa pança?

3) ele vai ficar numa cara TÃO SAUDÁVEL qdo for fazer os shows aqui... Orgulho do sobrinho. <3

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Colin Greenwood.


sei lá, prefiro o teu irmão. Nada pessoal.

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Jonny Greenwood.

Sério que vc tem 37 ANOS? =O

E COM ESSE CABELO DE GRUNGE? tenho inveja bls/

pout.jpg pout picture by radio_phoenix

pra quem não sabe, ele sompôs a trilha de Sangue Negro e tem o gosto mais esquizofrênico de todos os integrantes.

Mas sério. vc tem 37 ANOS? =O

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SEMANA RADIOHEAD!

(no Multishow. Malz ae, seus sem-cabo. :D)

A Multishow, tentando compensar a MERDA que eles fizeram em exibir apenas 30 minutos de show (agora Los Hermanos na íntegra pode, né? PODE NÃO.) decidiu fazer uma programação especial sobre o Radiohead.

E olha, eles tentaram, mas ainda acho que DEVERIAM exibir o show na íntegra. Prossigamos.

Graças ao site da Erika Palomino, eu tenho a programação e está aí abaixo:

DOMINGO (15.03) 
20h15
 - Documentário "Meeting People is Easy"

olha, foi o documentário exibido hoje. Eu vi alguns frames, mas vou deixar pra ver em DVD. Sim, EXISTE em DVD. =O Consiste basicamente no registro do Radiohead ao lançar o legendário OK Computer, em 1997. De uma banda transtornada do underground a uma grande banda mainstream cultuada no mundo todo. E o título, aparentemente, é irônico: a banda é meio AVESSA a entrevistas, se bem que tá mudando nos últimos anos.

SEGUNDA (16.03) 
23h15 -
 Apresentação da banda no festival Eurockéennes, Belfor, na França

Não comprou o ingresso? ASSISTA. O show do Radiohead é tão memorável quanto um show da Madonna, por exemplo.

TERÇA (17.03) 
22h45 -
 "Reflections on a Kid A"

Eu não sei muito sobre não, mas... Tem-se, nesse documentário, a entrevista mais longa de Thom Yorke, na época um avesso a jornalistas. E tipos... acho Kid A um primor do Radiohead. Recomendo vcs verem e tentarem entender o pq do OK Computer ter ido pruma sonoridade sombria como o Kid A.

QUARTA (18.03)
22h15 -
 No programa Bastidores exibe a expectativa dos fãs antes da chegada do Radiohead.

Eu dispensaria. 

QUINTA (19.03) 
21h15 -
 Renata Simões repercurte a forma que o álbum "In Rainbows" foi lançado

ESSE vcs têm de assistir. Até pq, quem passou 2007 sem saber o que que era In Rainbows, é pq vc não viveu direito. 

SEXTA (20.03)
20h55 -
 Especial de vídeo-clipes

Knives Out, There There, Fake Plastic Trees, Creep, 2+2=5, All I Need, Pyramid Song,... Se eu fosse vcs, eu conheceria a videografia deles. Muitos clipes impecáveis e nonsense. Mas ainda assim, recomendo.

DOMINGO (22.03)
20h30 -
 Transmissão do show do Radiohead em SP


Fica por tua conta ver APENAS 30 minutos de show... sem garantia comerciais ou não.



quem mandou não pagar 200 reais pra nos ver? RS

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Ed O'Brien.

Posted by Unknown on 19:40 in , , , ,

Gatinë <3

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Sobre preferências musicais.

Posted by Unknown on 20:59 in , , , , , , ,
Enquanto eu tava aqui baixando AIR e passeando pelos Last.fm do povo, fico olhando e só dava baixo, baixo, baixo, muito baixo. O que deu algo como alto foi um affair (ou ex-amigo, ou colega, whatever do meu cu) que eu admirava. E era louco por ele. Eu queria ser ele.

Vou contar uma estória rápida: o vi no Fotolog. Gostei. Ficava comentando as ftos. O adicionei no orkut. Começamos a trocar dados. Rolou reciprocidade. Dae fiquei fã do Coldplay. Ele tbm era. Trocamos mais dados. Comecei a pisar na bola algumas vezes. Me tornei paranóico. Todo dia, um scrap. Ele tolerava. Me excluiu da lista. Eu querendo saber o pq. Ouvi e fiquei desconcertado. Tudo bem. Comentei no fotolog novo dele. Ele tolerava. Ele num guentou e disse que num queria me ver mais. Pirei. Pirei mais. Me arrependi. Pedi desculpa. Me tornei o nº 231 da comunidade Achei Cafona. Ainda o vejo. Mas com menos paranóia que antes. e não tenho vida social decente fora do PC.

Não tenho o pq, mas apenas pelo fato dele ouvir certos tipos de música meio que me motivou a gostar tbm. O Radiohead é exceção, pq descobri via revista e fiquei interessado. Mas... Muse? Por causa DELE! Franz Ferdinand? Indiretamente. Strokes? Era modinha em 2001, hauehauehauehuae. Mas enfim, mta coisa que ele ouve eu curto. Dae o alto.

Mas dia desses era SUPER! SUPER! Mas dus meses pra cá ele deve ter começado a ouvir coisas mais underground/indie, e eu comecei a mergulhar em Silverchair e outras coisas descoladas/modinha. =P Mas o foco não é ele. O foco sou eu. E me pergunto: pq a gente muda tanto? AS PESSOAS NORMAIS, não as que estacionaram no tempo e ficaram lá.



Comecem a ter vergonha alheia, mas eu gostava MTO de axé; fazia coreografias da Daniela Mercury, dançava ao som do É o Tchan, me emocionava com Banda Eva com Ivetão... E eu detestava qdo vinham aquelas músicas em Inglês. Em 1997 eu era assim. Bote OK Computer que CERTEZA que detestaria. =P

Mas em 2001, com o advento da MTV + amigos do rock + modinha, comecei a gostar dos Strokes. AMAVA o Julian, o estilo, a forma de fazer rock. Eu dizia pra uma rodinha de amigos pagodêros: ADORO STROKES! E a galera fazia: -q Me sentia o indie mais indie do colégio (e isso me dava um ar de superior, o que era bom, já que eu era o excluído e marginalizado do colégio). Lá pra 2003, 2004, comecei a ouvir Coldplay. Comecei a gostar pra caramba, as melodias, e piriri, parara. Qdo ouço The Scientist, me lembra do meu colega fotologger supracitado. (tenho até fto dele com a letra na mão e tudo, MAS NÃO VOU POSTAR.) Qdo lançou X&Y (além de eu ter descoberto bandas como Franz Ferdinand, The Killers e etc.) entrei em transe e falei a mim mesmo: é agora, Igor. Ou vc se torna o que vc quer ou vc fica igual aos seus amiguinhos. Sempre fui diferente dos outros, logo era excluído. O que eu tinha a perder?

De 2001 pra cá, há umas coisinhas em paralelo que ouvi e curti. Conheci David Bowie, p. ex., qdo eu ouvi Little Wonder. CARALHO, LITTLE WONDER! Adorava o clipe, era surreal, o beat era bom e eu me viciava (depois eu, mais crescidinho, baixei Earthling [1997], que tinha a música. Mta gente torce o nariz, mas é o trabalho do Bowie que mais gostei, se bem que é enjoadinho.). Havia a Gwen Stefani, tbm... Nem era tão indie, mas o estilo dela me fascinava. Dae vem outras coisas, que num me lembro agora.

Mas enfim. Graças à exclusão dos coleguinhas por este que vos fala que é tão diferente, me embarquei nessa de gostos esquisitos. Ou não. Por acaso, Arcade Fire É ESQUISITO? Não acho. Pode ser triste e sombrio, mas esquisito... Arctic Monkeys e Keane são audíveis e gosto, passemos. E Sigur Rós, minha gente?! Ao mesmo tempo, gosto do Silverchair pós-Neon Ballroom, me amarro no Foo Fighters, Muse me deixa extasiado (se bem que ando meio enjoado em ouvir), Bjork é legal. E estranha, tbm. Led Zepellin e Queen comecei a gostar mais por causa de um colega da faculdade, que é BEM loucão, mas mto inteligente.

Se me arrependo? CLARO que não. Sou jovem, tenho de ter espírito jovem, de aprender e buscar coisas novas. E não ficar apenas mais do mesmo.
[sim, e o grande desafio é botar isso na prática do dia-a-dia. =P]

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