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JÁ PODE LIMPAR?

 

Alguém se lembra do Billy Elliot? Aquele filme que o menino queria dançar balé e etc. O ator que o interpretou, Jamie Bell, cresceu e… Ficou BAFO.

JAMIE BELL, me procura depois. ;)

(via Ego, por meio do Twitter do @HugoGloss.)


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TRON, o primeiro poster do filme.

Tô empolgado com o filme. É isso. Sem mais.


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Adidas + Star Wars = JÁ PODE MORRER?

 

 

Soube hoje pela galera do Twitter de alguns produtos que a Adidas pretende lançar em 2010. E advinha? Produtos com a temática STAR WARS. JÁ pode morrer?

E pior: vocês não viram as fotos dos produtos. RIQUEZA-SEM-FIM.

Olha esses produtos de temática Darth Vader: o moletom ficou totalmente temático. ABSURDAMENTE temático, pra falar a verdade. Já o tênis eu meio que brochei. Ficou meio creyço. Mas é Darth Vader, então a gente releva. (L)

Esse moleton imitando a superfície da estrela da morte é de matar. Esse é bem mais cool que o outro, as amiguinha nerd do Gloria iriam amar.

E esse cybertenis, inspirado em uma das naves da saga? AHSWEURHFKJNFVDTFIEARRRR #AVC

(já pode pedir pro Natal deste ano?)

*pirando*

Como tô sem capacidade de expressar outras frases articuladas, tamanha a vontade de ter a coleção todinha (que pode oscilar entre itens exclusivos a coisas mainstream, e pode até ser vendida no Brasil), fiquem com outras imagens da coleção.

O tênis laranja é o que realmente fiquei apaixonado. SOCORRO. TÔ SOFRENDO. D:

FABULOSIDADE PURA. 100+

*.*

Pra quem quer ver mais detalhes da coleção, vai nesta matéria d’O Omelete.

Matérias também aqui | aqui | aqui | aqui | =)


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Sr(a). Wachowski.

 

Eu tava falando com o @RamonFranklin e ele me mostra a figura de Larry (que agora é Lana) Wachowski. Eu já desconfiava. MAS VEIO O FATÃO. Olha a foto:

 

 

E enquanto isso no msn:

 

©2009 San Ramón Nonato. Não gostou? Me processe. diz:
*Só eu que não sabia que Larry Wachowski agora é Lana Wachowski?


Mikhail.exe (#ALASKA) diz:
*Soube que virou travesti.
*mas BEEEEEEEEEEEEEM vagamente.
*=|


©2009 San Ramón Nonato. Não gostou? Me processe. diz:
*Operou..
*http://tabloidy.com/news/wp-content/gallery/photo-stream/larry-wachowski-npg.jpg
*Não que ele tivesse cara de macho né?


Mikhail.exe (#ALASKA) diz:
*PHEMENINA.


©2009 San Ramón Nonato. Não gostou? Me processe. diz:
*Então.. só soube agora lendo isso nestante..

http://www.omelete.com.br/cine/100023900/Irmaos_Wachowski_produzem_em_segredo_filme_futurista_sobre_Guerra_do_Iraque_.aspx

Mikhail.exe (#ALASKA) diz:
*a grande pergunta é...
*ALGUÉM COME A SRA. WACHOWSKI?
*Ela deve ser lésbica, I guess.

©2009 San Ramón Nonato. Não gostou? Me processe. diz:
*Velhos que parecem... velhas lésbicas.. tipo.. milton nascimento..

Mikhail.exe (#ALASKA) diz:
*http://tefodemuleque.blogspot.com/2008/07/sex-trends.html

http://tefodemuleque.blogspot.com/2008/07/e-coerencia.html

escrevi dois textos fodas pro meu blog. AMEI.
*HAHAHAHAHAHAHAHAHAHHA
*Uia.

©2009 San Ramón Nonato. Não gostou? Me processe. diz:
*ou.. Caubi peixoto..

Mikhail.exe (#ALASKA) diz:
*caubi peixoto.
* /hm
*gente, caubi é de UMA FABULOSIDADE.


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analyzer: Michael Jackson’s Is This It.

 

MJ TIT

Eu não vou comentar sobre a forma como seria o show. Não vou comentar sobre o fato da família Jackson faturarem por cima do homi. Não vou comentar o fato de que os bailarinos tavam mara. Não vou comentar a guitarrista loira que tem talento. Não vou comentar o video incrível pra parte do Smooth Criminal. Não vou comentar a sensacional versão em 3D pro cenário de Thriller. Não vou comentar o MJ afável e doce. Não vou comentar a tentativa de idealizar um homem que virou alvo fácil pra tablóide. Não vou comentar que seria o melhor show que nunca iremos ver. Não vou comentar que depois do filme, dá pra gostar (ou pelo menos respeitar) o Michael. Nâo vou comentar que ele não deveria ter morrido. E não vou comentar que tudo isso é produto de especulação da família pra faturarem mais.

Enfim. Assista. Melhor cine-documentário biográfico do ano.


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Da série: filmes que você não gostaria de ver. (mas que ainda assim você ama do mesmo jeito. <3)

O filme de hoje é... SPEEEEEEEEEEEEEEEEEEEED RACER!


Hoje, enquanto estava de bobeira em casa, decidi assistir a versão em HD do filme, que havia gravado dia desses. Decidi testar a alta definição deste filme pelos motivos que vou expor no meu texto abaixo. E é incrível a realidade na tela, mas isso não vem ao caso.

O filme entrou em cartaz lá em 2008, e não foi lá um sucesso de público e crítica. A estória é rasa, com cores extremamente berrantes (chegando a se assemelhar com uma faceta do movimento new rave), uma crítica ao estilo Wachowski, mas adaptado aos jovens... E de apelo comercial.

Mas apesar de tudo isso, eu AMEI o filme. Senti o mesmo com Thunderbirds e Batman & Robin. (CORÁGI)

O melhor não é a estória, mas sim a parte visual e gráfica. A forma como eles fizeram o filme é inovador (muito chroma key), com direito a combates entre... CARROS! - o famigerado car-fu. Uma magnífica dança automotiva envolvendo rodas, apetrechos e mais cores berrantes. O visual geral do filme, que mistura o vintage e o avant-garde; o Mach 6 realmente muito mais bonito que a versão nipo-editada do Speed Racer...

Enfim, é um filme que gostei muito. Mas podem ter certeza: não é um daqueles filmes que, com certeza, teu amigo não gostaria de ver. E nem cairá bem ser objeto de discussão numa mesa de bar.

Pra quem não sabe, o filme é adaptação de uma famosa animação japonesa, criada por Tatsuo Yoshida. Foi um tremendo sucesso na década de 60, a versão original e remixada foram exibidas no Cartoon Network. A versão mais recente, que é a americana, está em exibição na Nick.


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E viva os filmes pop, os filmes despretensiosos, os filmes pão-com-ovo.

 

 

Olha sóam, eu detesto a Hilary Duff, ela nem boa atriz-cantora é, mas… O filme é legalzinho. Tava assistindo no TCLight a algumas horas atrás. =P Um filme divertido, bacana, despretensioso e… só. =)

 

E eu até ia falar da experiência de ver Speed Racer em HD, mas isso é assunto pra um outro post.


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Analyzer: C.R.A.Z.Y. e o paralelo à minha (obscura?) vida.


Ontem, enquanto eu tava de bobeira na TV, decidi assistir ao Telecine Cult. Ia começar a assistir C.R.A.Z.Y., e decidi programar a minha Sky pra assistir. E tava louco pra assistir o filme, mas conhecidos meus me disseram pra eu não assistir, já que o filme era ruim (diziam eles).

Enquanto começava o filme, eu via que o protagonista, Zac, é um daqueles caras que podem ser iguais a vc. Seja em um aspecto ou outro. Não é um espetacularmente bonito, nem tem um corpo sarado, tem uma família normal como qualquer outra, mas que é constantemente ofuscado pelos irmãos mais velhos. Além de ter um irmão problemático.

O filme não tem uma estória impressionante e complexa. Trata-se de um retrato de um jovem que, não bem aceito pelo pai, passa as duas primeiras décadas de sua vida reprimindo a sua verdadeira identidade pra agradá-lo.

Mas o desenrolar da estória te prende, sobretudo pra mim, que tenho problemas de relacionamento com o meu pai (mais precisamente, guerra fria). Discussões, brigas, conflitos, inseguranças, o vestir da carapuça dita como normal para agradar a sociedade.

Me livrei desse fardo a uns três anos, quando eu olhei pra mim mesmo e disse:

- pq se reprimir? vc não tem NADA a perder. Pq não seja mais vc? Pq não tenta curtir mais a vida? Vc envelhece e... O que vc tem a contar pros seus filhos? E seus netos?

E então, decidi enfrentar o mundo do jeito que sou. Com minhas preferências, mas respeitando o alheio.

E nessa fase, acabei comprando uma briga silenciosa com o meu pai. Parece ser paranoia minha, mas sinto que ele preferiria um filho com certos comportamentos, diferentes dos quais eu tenho atualmente. Éramos meio afastados, e fui mais apegado à minha mãe (igual ao Zac do filme). No entanto, eu decidi me aproximar do meu pai, e a gente conversava sobre vários assuntos. Mas haviam algumas perguntas que ele fazia e me atormentava. Me deixava inseguro. Não me deixava tão feliz quando eu tava com ele. E começou a falar do meu modus operandi. Como o fato do meu approach com as pessoas, por exemplo.

E de algum tempo pra cá, decidi me afastar um pouco com o meu pai. Comecei a não ter uma relação amistosa com a minha mãe, a desaprovação do meu pai em ser considerado "um frouxo". Tem dias que não consigo conversar com ele, seja pq viaja demais, seja pq eu realmente não quero conversar, seja mesmo pq os assuntos que eu tenho não o motivam a falar mais.

Este é o ponto central do filme: não é um memorial de um homossexual dos anos 60-80 que AMA ouvir David Bowie, Pink Floyd e Patsy Cline (desta vez, influenciado pelo pai, e que dá nome ao filme). Na verdade, isto está em segundo plano. O que realmente mostra é o conjunto de conflitos e incertezas do masculino, a epifania de uma verdadeira identidade, as relações familiares em jogo por não corresponder às expectativas dos pais. O tema é amplo, e transcende qualquer rótulo de "filme gay".

Eu ainda acho que meu pai me prefere "X", em vez de "Y". E eu sei que ele me ama. E muito. Mas cada dia, um novo passo de cada vez. Não? =)

E esta cena do Zac cantando Space Oddity me fez concluir uma coisa: David Bowie É VIDA.




não querendo dar spoiler, mas o nome do filme tbm é um anagrama dos cinco filhos do casal deste filme. =P

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